quinta-feira, maio 08, 2014




O Festival do Minuto apresenta anualmente seus melhores vídeos em centenas de instituições culturais em todo o Brasil. Este ano, a Mostra Melhores Minutos de 2013 será realizada entre os dias 12 e 18 de maio.
A Mostra é composta de 42 vídeos e todos eles estão concorrendo ao prêmio de melhor vídeo de 2013 em duas categorias: melhor vídeo do público e melhor vídeo do júri.

A votação popular será feita através do site do Festival do Minuto, do dia 12 ao dia 21 de maio. O vídeo que tiver mais votos, levará um prêmio de R$ 1.000,00.

A votação do júri funcionará da seguinte forma: cada membro irá votar em 3 vídeos. O vídeo mais votado dentre eles levará o prêmio de R$ 1.000,00. O júri desse ano será composto pelos seguintes profissionais da área de cinema e cultura:

Paulo Morelli (Cineasta)
André Sturm (Cineasta e diretor do MIS-SP)
Paulo Sacramento (Cineasta)
Renato Nery (Coordenador de cinema na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo)
Simone Iliescu (Atriz)

Os vídeos premiados serão divulgados no dia 22 de maio, no site do Festival do Minuto e nas redes sociais.

Publicado em quinta-feira, maio 08, 2014 por Kayo Medeiros

Curtiu? Comente!




Canto Cego, banda de abertura do Rock Club
O Festival Rock Club marca a reabertura do Espaço Cultural Mesquita Club ao público do rock independente da Baixada Fluminense.
Criado pelo produtor cultural Silvio Arão (43), a casa tem como proposta a realização de festivais tanto para bandas novas quanto para ícones da música nacional. "A intenção é bem ambiciosa, queremos fazer festivais a galera que já está na cena alternativa há algum tempo, e também ir trazendo os grandes ícones do rock nacional e quem sabe emergentes internacionais", diz Silvio.

Com o Rock Club, Silvio consegue cumprir suas ambições: além da banda independente Canto Cego, o evento contará também com apresentações dos medalhões CPM 22 e Detonautas Roque Clube. Isso tudo com o apoio da Rádio Cidade, que voltou ao Rádio FM em 2014.

Quando perguntamos o motivo de investir no rock, Silvio é taxativo: "A minha essência é rock, sou da geração anos 80", explica. Mas nem tudo no mercado independente é fácil. "Fazer Rock é sempre uma tensão. Existe uma grande demanda da galera da baixada, mas às vezes o público não corresponde. Já precisei cancelar um Especial Anos 80 porque não tivemos público suficiente", diz o produtor. Ainda assim, Arão não perde a confiança: "Vamos trazer bons shows, e a galera do rock não vai se afastar."

No próximo dia 17 de maio, o Rock Club contará com a presença das bandas Canto Cego, CPM 22 e Detonautas. Confira os detalhes:



Você pode acompanhar as novidades pela fanpage do Mesquita Club: https://www.facebook.com/mesquitaclub


Publicado em quinta-feira, maio 08, 2014 por Kayo Medeiros

Curtiu? Comente!



Consolidado como um dos mais importantes festivais de música do Brasil, o Bourbon Festival Paraty chega este ano à sua 6ª edição. O Festival rola de 23 a 25 de maio, e contará com nomes como Hermeto Pascoal, Nana Caymmi e a Preservation Hall Jazz Band em seus dois palcos. 

O festival, que caracteriza-se por irradiar música pela charmosa cidade litorânea e colonial, conta com exposição de fotografias, workshops gratuitos para o público e buskers (músicos de rua) em vários pontos do centro histórico, além da Orleans Street Jazz Band que desfila tocando pelas ruas. O evento há é o segundo maior evento da cidade, ficando atrás apenas da FLIP.

Stanley Clark e banda (2013) Foto: Divulgação


Com um público estimado em 30 mil pessoas no ano passado, o festival trouxe nomes preciosos como o baixista Stanley Clark, a cantora de jazz Germaine Bazzle, o grupo Big Sam's Funky Nation, os brasileiros Céu, Mar’tnália, Raul de Souza, Hamilton de Holanda, entre outros.


O evento é uma realização do Bourbon Street Music Club, de São Paulo, apoiado pela Prefeitura Municipal de Paraty e o Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet. Algumas das atrações internacionais do festival estarão se apresentando também na casa, na capital paulista.


Jefferson Gonçalves e Big Joe Manfra (2013) / Foto: Divulgação


Neste ano, atrações como a primorosa e competentíssima Preservation Hall Jazz Band, de New Orleans, com seus mais de 50 anos de estrada; o virtuoso e criativo violonista norte-americano Andy McKee; a talentosa compositora e cantora de blues Shemekia Copeland; Patti Austin, que já emplacou vários hits e ganhou grammy na categoria jazz vocal; o guitarrista português Paulo Furtado e o one-man-band The Legendary Tigerman estão entre os principais convidados internacionais. No line-up nacional, o bruxo Hermeto Pascoal com toda sua irreverência e inventividade; Jaques Morelenbaum com seu cello multifacetado; o Deep Funk Session, resgatando o melhor do funk; o Hammond Grooves, trio paulistano que mistura o jazz e o funk com ritmos brasileiros como maracatu, samba, baião e frevo; Simoninha, com todo groove do seu samba-rock; a Big Time Orchestra com Tiago Abravanel; a consagrada Nana Caymmi e o compositor e cantor Zé Ricardo.

Palcos: 
Palco da Matriz
Palco coberto, montado em tenda, na Pça. da Matriz, e que recebe os shows noturnos. Transforma o largo, com seus bares e restaurantes, numa grande plateia a céu aberto também.

Palco Sta. Rita
Palco montado também ao ar livre, no bucólico cenário, tendo a Igreja de Sta. Rita em frente e ladeado pelo mar. Oferece sempre deslumbrantes e mágico finais de tarde.

Você pode conferir mais informações no site do evento:

Publicado em quinta-feira, maio 08, 2014 por Kayo Medeiros

Curtiu? Comente!


Conversamos com a Eu Você e a Manga para conhecer melhor a banda e seus integrantes. Confira abaixo a entrevista inédita.

Como a banda surgiu?

A banda surgiu de uma vontade minha (Ton) de tocar um som com ukulele. Fiz umas músicas pra uma menina e uma page no Facebook e no Twitter, como se a banda já fosse algo pronto. Um dia mostrei as coisas que tinha feito pra Mariana e ela curtiu. A partir disso ela também trouxe as coisas que tinha e com isso a banda passou a existir no mundo real.

Qual foi a motivação para começar a tocar?

A motivação veio da necessidade de diversão. Antes de qualquer coisa nos divertimos criando e tendo esse contato com as pessoas que ouvem nossas músicas.

Quem são Mariana e Ton?

Eu (Mariana) curso Direito, sou ativista, cartunista nas horas vagas, mas gosto mesmo é de tocar bateria. nasci e cresci em Volta Redonda, interior do Rio de Janeiro, mas na maior parte do tempo vivo em um universo paralelo. Toquei na igreja - mas oi? - no quarto, com amigos, no conservatório onde estudei violão clássico, até encontrar o Ton pelo Twitter e, juntos, darmos luz à Eu, Você e a Manga.

Já o Ton nasceu em Piraí, cidade linda do sul do estado, viveu uns tempos em Paracambi e depois se mudou para Volta Redonda. Tem 20 anos e mora desde os 17 em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro. Ele é estudante de filosofia desde criança. Sempre teve banda e toca vários instrumentos.

Como é a relação entre a música e a vida da dupla?

Eu (Mariana) sempre escutei de tudo, da bossa ao rap, da música indiana ao rock inglês, minhas influências são bem aleatórias. Sempre li bastante, também. Comecei com gibis da Turma da Mônica, hoje gosto do Foucault, Marx, Beauvoir, Kundera, Hemingway, Vinicius... Meu primeiro contato com a composição foi aos 8 anos, quando escrevi a primeira canção, mas fiquei traumatizada pelo fato dos meus irmãos terem feito piada com a letra "romântica", então voltei a escrever somente aos 16. Eu diria que ainda estou em construção, ou "Leminskaria" dizendo que essa mania de querer nos definir ainda vai nos levar além. Ah, eu também gosto de milk-shake de morango. O Ton é bem ligado ao surrealismo, isso fica bem claro no nome da banda (escolhido por ele) e também na letra das músicas que ele escreve; musicalmente falando, a banda Cidadão Instigado e Toro y Moi são as influencias mais fortes. Ele é ciclista, anda de bike o tempo todo, e concilia isso aos estudos de filosofia da universidade.

E as influências da banda?

No início ouvíamos muito folk francês e algumas coisas parecidas feitas no Brasil. Como o som era acústico a ideia era mesmo fazer coisas leves, toda essa coisa de tocar em praças, escaleta e ukulele; hoje em dia o indie rock faz a cabeça. Guitarras, distorção e sintetizadores então no comando. Rock inglês e um pouco de romance também fazem parte.

Por que vocês se consideravam como “folk”?

O folk não vinha tanto por ser algo “folclórico” como os europeus usam o termo. Usamos o folk pelo estilo musical mesmo, e também pelas bandas que se definiam assim, que ouvíamos e nos contaminavam.

Vocês falam em “nova fase” após o lançamento do clipe. Qual foi essa mudança, e como isso ocorreu?

Essa mudança veio quando começamos a usar guitarra, bateria e os novos integrantes entraram. A partir disso a banda teve uma mudança de estilo e espírito. Após o lançamento do clipe começamos a trabalhar músicas com um pouco mais de pegada e já trabalhar nas canções que estão no EP equinócio.

Como foi a entrada desses novos integrantes?

O Maylson, que hoje é o guitarrista, entrou na banda como baixista e até chegou a gravar o primeiro EP com a banda; ele trouxe um pouco de sua influência, o post-hardcore e também o hardcore purão. Com isso algumas coisas ficaram mais fortes no nosso som. O Túlio, nosso baterista, trouxe um pouco do clima tropical pra nossas músicas. Ele claramente vive o que o mundo tem de mais absurdo no que diz respeito à ousadia tropical.

O som de vocês remete a um novo momento do rock nacional: uma certa influência do indie gringo, além de uma pegada totalmente nova e multicultural. Como vocês se relacionam (e relacionam o som da banda) com esse momento de retomada do rock nacional e esse novo “gênero” que vem tomando forma?

Isso, se aconteceu, aconteceu de forma natural, não foi uma coisa pensada ou calculada. É lógico que todas essas bandas são referências para nós, principalmente Apanhador Só que é para nós um modelo de som generoso aos ouvidos. Quando falamos desse provável “novo gênero” falamos de um futuro que já está presente. Isso ganha força com a juventude que acredita no que vem daqui, de perto, da sua cidade, do seu idioma, da sua rua, por vezes. Salve a juventude!

Você poderia explicar os nomes dos discos?

O “Música Desenhada” veio da ideia de fazer as coisas com as próprias mãos e de forma simples. Foi a nossa estreia e mesmo sendo algo feito por nós, com o mínimo de recursos possíveis foi algo de extrema importância pra nós, ficou a lição de que por mais simples que seja o trabalho ele deve ser feito com carinho e dedicação; O “Equinócio” veio pra clarear as coisas, mostrar um pouco de como somos e estamos. Justamente como a ideia do Equinócio de clarear por igual todas as partes da terra. Nesse EP mostramos mais do que nunca o que somos e onde queremos chegar.

O que motivou esse disco em especial (Equinócio)?

Já tínhamos mais de um ano de banda e o que tínhamos pronto, em termos de músicas gravadas, era apenas um single e o EP acústico que já não tocávamos mais. Daí a necessidade de mostrar de forma detalhada o que estávamos fazendo e no que tínhamos nos transformado. Foi um grito de “ISSO AQUI É A MANGA”.

Já que ele foi o primeiro depois do momento de “mudança”, o que ele traz de novo? O que esse último álbum representa pra banda?

Traz uma nova forma de olhar a nossa arte, olhar o que estamos fazendo, nova forma de perceber até onde aquilo que está nas músicas são partes de nós. Com o lançamento do “Equinócio” tivemos que ser um pouco mais profissionais, sem deixar a diversão de lado. Além do mais o Equinócio foi o que produzimos de mais importante até agora, foi muito bem cuidado em cada detalhe, a nossa postura como banda foi renovada.

Vocês estão em turnê?

Após o lançamento do Equinócio, fizemos alguns bons shows, tocamos com a Canto Cego, a Quarto do L, Banda Imóvel, Inabitual, entre outros nomes de peso da cena independente do estado. Não planejamos nada sistematicamente, fizemos o show de lançamento e conforme foram surgindo as propostas e os convites fomos construindo a turnê de divulgação. O importante é não parar, das praças aos festivais, onde pudermos estaremos indo!

Quais os planos futuros da banda?

Bem, no momento estamos focados nas composições que formaram o álbum que pretendemos lançar ainda esse ano, ou no início de 2015. Temos trabalhado bastante em conjunto pra isso, vai ser um trabalho com um peso maior que os outros que já tivemos até hoje, mais “profissional”, se assim podemos dizer. Entendemos a necessidade de se ter um bom material pra fazer as coisas funcionarem e estamos nos dedicando ao máximo nisso. Depois do Equinócio, nossa postura como banda mudou no que diz respeito a saber separar diversão de trabalho e, mesmo conciliando as duas coisas, passamos a encarar o que fazemos com mais seriedade. Então é isso, talvez um clipe, mais um EP, single... Quem sabe? Tudo será possível, fiquem atentos!

Para onde vocês vão agora?

Pra onde o vento sopre em nossos cabelos, haha. A pretensão é fazer mais shows, participar de festivais, o que for viável e for nos agregar. O negócio é construir! Sabemos bem onde queremos chegar, então nos resta trabalhar em cima disso, acho que o resto é consequência, o importante é continuar a nadar já que ainda não aprendemos a voar. 



Publicado em quinta-feira, maio 08, 2014 por Kayo Medeiros

Curtiu? Comente!

quarta-feira, maio 07, 2014




Festival de cinema acontece de 14 a 25 de maio na Cinemateca do MAM

A curadoria do Urânio em Movi(e)mento – International Uranium Film Festival divulgou a lista oficial dos filmes que serão exibidos em sua quarta edição. Ao todo, 63 filmes de 25 países, incluindo Japão, Alemanha, Estônia, Ucrânia, Rússia, EUA, Brasil, Argentina, entre outros, serão exibidos em dez dias de festival. O 4 ᵒ International Uranium Film Festival – como é conhecido em suas mostras pelo mundo -, acontece de 14 a 25 de maio no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM).

Confira a declaração da organização:


Urânio Em Movi(e)mento / International Uranium Film Festival é o nome do festival carioca que leva às telas do cinema Consciência, Arte & Informação sobre urânio e tudo o que envolve radioatividade e energia nuclear. Quem pensa que se trata de filmes para ensinar o que é a radioatividade e os seus efeitos não está errado, mas o festival é muito mais do que isso: a riqueza da grande diversidade de gêneros de seus filmes e das propostas de seus cineastas, provenientes de várias partes do mundo, permite ao público experimentar novas emoções e receber informações inimagináveis. Este festival mostra um mundo real que se aproxima mais ao fantástico, porque é difícil visualizar e acreditar o que a Era Nuclear gera neste Planeta. Só a sétima arte é capaz de fazer a gente enxergar isso.


Além da exibição dos filmes, realizadores estarão presentes em debates com o público e haverá uma exposição de telas do artista plástico argentino Claudio Gómez. O festival premia com o troféu ‘Oscar Amarelo’ os três melhores filmes eleitos por uma comissão julgadora composta de cineastas e pesquisadores de cinema e do tema energia nuclear.

Cartaz do filme "Fukushame"
Estudantes e pesquisadores que assistirem 12 horas de filmes durante o Festival (6 sessões), receberão Certificado de Participação. Basta chegar e assistir a sessão; não é necessário fazer inscrição prévia.

A programação completa do festival e a lista de filmes com suas respectivas sinopses já estão disponíveis no site http://www.uraniumfilmfestival.org/pt/.


Publicado em quarta-feira, maio 07, 2014 por Kayo Medeiros

Curtiu? Comente!

terça-feira, maio 06, 2014




O Rio de Janeiro recebe no mês de maio a 2º Edição do Festival Internacional de Circo, evento que já é considerado o maior de seu gênero em todo o mundo e que reunirá mais de 300 artistas em cerca de 200 apresentações por toda a cidade.

Companhia Marias da Graça


Com o tema “Imagine Circo em Todo Canto da Cidade”, o Festival levará espetáculos circenses para cerca de 60 diferentes espaços e territórios, incluindo parques, teatros e as comunidades pacificadas. A programação desta edição do Festival conta com artistas de diferentes regiões brasileiras e de países como Israel, República Tcheca, Holanda, Espanha, Argentina, Colômbia, Portugal, Bélgica, Inglaterra, França, Itália, Peru e Chile.

Companhia Afrocirco


O evento trará espetáculos que demostram a atualização e evolução das artes do circo em todo o mundo. São montagens que evidenciam novas possibilidades narrativas para o espetáculo circense, e que criam relações inovadoras entre os artistas e técnicas clássicas como as acrobacias em trampolim, lira, trapézio, corda, báscula, entre outras técnicas.

Companhia Circondríacos


Festiclown Favela

O Festiclown Favela é uma parceria entre a curadoria do Festival e a organização Pallasos en Rebeldía, que criou e tem realizado o Festival Internacional de Clown – FestiClown em países que sofrem com guerras e violência, como a Palestina, o México e o Líbano. O Pallasos en Rebeldía utiliza o Clown como ferramenta de inclusão sociocultural e de mediação em conflitos, e este ano integrará um espaço de solidariedade internacional. Como no projeto original, o FestiClown Favela terá como identidade esse mesmo espírito alternativo e solidário. A programação contém apresentações de sketchs, números, espetáculos, cortejos e oficinas de clown que acontecerão na Biblioteca Parque da Rocinha e nas ruas da comunidade.

Papo de Circo


Papo de Circo é um seminário que vai debater temas relacionados ao mundo do picadeiro. Os convidados são diretores e artistas internacionais do meio, que trocarão uma ideia com público sobre diversos temas. Alguns dos nomes confirmados são: Ivan Kralj, do Festival Novog Cirkusa (Zagreb, Croácia), Yohann Floch, do Fresh Arts Coalition Europe, Celine Verkest (MiramirO), Adan Sandoval (Festival Pisteurs d´Etoiles) e Sarka Marsikova (Cirqueon), Kelly Gail (Acapta), Wezi Mhura (Diretor do Iron-Oxide, Coordenador de Articulação de Edinburgh, Escócia, Reino Unido). O Papo de Circo acontece entre os dias 12 e 16 de maio, sempre das 13h às 17h na Lona da Escola Nacional de Circo (ENC) na Praça da Bandeira.

Confira todos as datas, locais e horários acessando o site do 2º Festival Internacional de Circo.

Publicado em terça-feira, maio 06, 2014 por Kayo Medeiros

Curtiu? Comente!

segunda-feira, maio 05, 2014



Eles dizem que não sabem voar. Mas a banda Eu, Você e a Manga parece querer fazer tudo, menos ficar com os pés no chão. Formada em 2011 e natural de duas cidades do interior do Rio de Janeiro (Niterói e Volta Redonda), a banda já lançou um single, dois EPs e um videoclipe, e vem marcando presença nos maiores palcos do Rio de Janeiro. Sem pensar em pausa para férias, a banda realiza shows de divulgação de seu último EP e trabalha atualmente em composições para seu primeiro álbum, a ser lançado até o início de 2015.

A "Manga" / Foto: Divulgação


Criada pelo estudante de filosofia Ton Pereira, a “Manga” teve sua origem no puro e simples prazer de tocar o ukulele (tradicional instrumento de cordas havaiano). Unido à estudante de direito, cartunista, violonista clássica e baterista Mariana Freitas (Vocais) graças ao ~fantástico mundo da internet~, Ton pode finalmente tirar a Manga do papel e começar a colher os frutos de seu trabalho.

Se de início a banda era considerada como “Folk” por sua própria dupla criadora, o espírito do jovem fruto musical mudou de rumos com a entrada de seu novos integrantes: Maylson Souza, que chegou a gravar o primeiro EP da banda como baixista, trouxe na bagagem o talento com a guitarra e toda uma influência do rock hardcore e pós-hardcore; e Túlio Freitas, baterista que, segundo Mariana, é responsável pelo “clima tropical” da banda. “Ele claramente vive o que o mundo tem de mais absurdo no que diz respeito à ousadia tropical”, diz a vocalista.

Mariana Freitas (Vocais) / Foto: Divulgação

O período inicial da banda, marcado pelas influências do folk francês e Hemingway (e Turma da Mônica, Vinicius de Moraes, música indiana, surrealismo e milk-shake de morango), ficou registrado em seu primeiro EP. “O “Música Desenhada” veio da ideia de fazer as coisas com as próprias mãos e de forma simples. Foi a nossa estreia, e mesmo sendo algo feito por nós com o mínimo de recursos possíveis, foi algo de extrema importância pra nós”, dizem os músicos. “Ficou a lição de que, por mais simples que seja o trabalho, ele deve ser feito com carinho e dedicação.”




Novo Som


De um estilo baseado no som acústico, próprio para exibições públicas, para o peso das guitarras e amplificadores. Junto com os novos integrantes e novos instrumentos, a banda apresentou uma mudança de estilo e espírito. “Como o som era acústico, a ideia era mesmo fazer coisas leves, toda essa coisa de tocar em praças, com escaleta e ukulele”, diz Mariana. “Hoje em dia o indie rock faz a cabeça. Guitarras, distorção e sinterizadores estão no comando”, completa.



Após o lançamento de seu primeiro clipe (“Eu Não Sei Voar”, do EP “Música Desenhada”), a “Manga” engrenou em uma revolução de sonoridade que a levou a tomar parte no novo cenário do indie nacional. “Isso aconteceu de forma natural. É lógico que todas essas bandas são referências para nós, mas quando falamos desse “novo gênero”, falamos de um futuro que já está presente”, diz a banda.



Novo Disco

No fim de 2013 a banda lançou seu último trabalho, um EP chamado “Equinócio”. O Compacto traz 6 músicas profundamente marcadas não apenas por uma grande sensibilidade, mas pelo talento criativo dos arranjos e pela potência da personalidade do grupo. Uma produção tão marcante deixa transbordar as claras influências de bandas como Apanhador Só, Mombojó e Gram. 

“O ‘Equinócio’ veio para clarear as coisas, mostrar um pouco de como somos e onde estamos. Já tínhamos mais de um ano de banda e o que tínhamos pronto, em termos de músicas gravadas, era apenas um single e o EP acústico que já não tocávamos mais”, diz Ton. “Daí a necessidade de mostrar o que estávamos fazendo, no que havíamos nos transformado. Foi um grito de identidade, de ‘isso aqui é a Manga’”, completa.


Novos Planos

Em meio à turnê de divulgação de “Equinócio”, a “Manga” trabalha atualmente nas composições de seu primeiro álbum, previsto para ser lançado ainda em 2014. “Temos trabalhado bastante em conjunto pra isso, vai ser um trabalho com um peso maior que os outros que já tivemos até hoje, mais profissional”, diz a banda. “Depois disso, talvez um clipe, mais um EP, single, quem sabe? Tudo é possível!”

“Eu Você e a Manga” é formada por Mariana Freitas (vocal/guitarra), Ton Pereira (synth/teclado/escaleta), Túlio Freitas (bateria) e Maylson Pereira (guitarra/backing vocals).


Você pode acompanhar o trabalho da banda também pela internet:

Publicado em segunda-feira, maio 05, 2014 por Kayo Medeiros

1 Comentário